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Vice-prefeito comenta trégua na violência em Jequié e fala sobre proposta da UPB de reduzir custos com realização do São João

O vice-prefeito de Jequié, Flavinho Santana (UB) representou o prefeito Zé Cocá (PP) no ato de inauguração da Sala Lilás da Coordenadoria Regional de Polícia Técnica (CRPT), na manhã desta quinta-feira (05/02) e comentou sobre o cenário da Segurança Pública na Cidade Sol, destacando o empenho das Forças de Segurança no combate à violência, com indicações de um momento de trégua neste início de 2026, com tendência de queda no número de crimes violentos.

”Parabenizar o governo do estado por mais essa inauguração, essa Sala Lilás, que vai trazer um atendimento humanizado, que foca naquelas mulheres que sofrem violência e agora elas vão ter um lugar adequando para buscar o apoio do estado e dos poderes públicos em geral. Dizer que a prefeitura de Jequié, trabalha sim, tanto na questão de cobranças, quanto debatendo ações, o que é que deve ser implementado, de que forma a gente pode está melhorando, valorizando a Guarda Municipal, cobrando mais ostensividade de todas as esferas, tanto é que Jequié possui situações em andamento, a Polícia Federal, com operação de inteligência, da Polícia Militar, a gente tem visto muito mais resultado, mais ostensividade, a gente passa por um momento de virada de chave, acho que aquele mais conturbado já esfriou, já passou, Jequié vive um momento muito mais ameno e com a fé em Deus, os número vão mostrar isso”, comentou o vice-prefeito.

Flavinho foi questionado pelo BMF sobre a bandeira que é defendida pelo prefeito Zé Cocá em anuência com outros prefeitos que integram a UBP contra a alta no cachê das bandas contratadas pelas prefeituras para se apresentar nos festejos juninos, assunto que voltou a ser tema de discussão entre prefeitos baianos em novo encontro realizado na tarde desta quarta-feira (04/02) na sede da União dos Municípios da Bahia, definindo um teto de R$ 700 mil para shows.

”Acho muito importante que isso seja discutido, a gente está falando em uma das maiores festas do Brasil, que tem ficado cada vez mais onerosa, a gente sempre busca alternativas, no ano passado a gente buscou parceria, a gente fez concessão, a gente teve patrocínio e isso tudo desonera a questão do município de Jequié em aporte financeiro, pra estrutura da festa, mas realmente tem ficado discrepante demais, bandas que saíram de setecentos mil há dois anos atrás para um milhão e meio, já se fala nesses valores e onde a gente pode chegar?”, questionou Flavinho, tendo apoiado o posicionamento de Cocá. Texto e Foto: Blog Marcos Frahm

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